Derivados de Cana-de-açúcar - Publicada em: 28/11/2013

  • 1 - APRESENTAÇÃO DO NEGÓCIO
  • 2 - FICHA TÉCNICA DA ATIVIDADE
  • 3 - SUMÁRIO EXECUTIVO
    Geral: O consumo de derivados de cana-de-açúcar – rapadura, mel de engenho, melado e açúcar mascavo – é fortemente influenciado por hábitos regionais no Brasil e vem se ampliando na medida em que aumenta o consumo de produtos orgânicos e oriundos da agricultura familiar. A demanda por adoçantes substitutos dos produtos industriais encontra, nesses derivados da cana-de-açúcar, um alimento que, além de proporcionar o sabor desejado, é fonte de energia rica em nutrientes. Para o escopo desse documento, serão considerados os processos produtivos e de comercialização de rapadura, mel de engenho, melado e açúcar mascavo, excluindo-se álcool, cachaça, os açúcares industriais (refinado e cristal) e outros produtos da indústria canavieira.
    Tendências e Oportunidades:
    • Economia e segmento em expansão: Os grandes eventos desportivos, Copa do Mundo da FIFA 2014 e Olimpíadas Rio 2016, têm atraído para o Brasil um grande fluxo de recursos e expectativa de forte entrada de turistas no país. Tais eventos constituem oportunidade para o segmento de fabricação de derivados da cana-de-açúcar participar na absorção dos investimentos e das demandas relacionadas com o aumento do fluxo turístico.
    • Produção de alimento é destaque: De acordo com o Ministério do Turismo, estima-se que, até as Olimpíadas, o número de turistas estrangeiros dobre no Brasil, atingindo cerca de 10 milhões ao ano. Tal afluxo de turistas, aliado ao mercado interno, que é demandante por tais produtos, proporcionará o estabelecimento de canais de comercialização perenizados no longo prazo.
    Clientes:
    • Fornecimento ao setor gastronômico: Redes de supermercados e rede gastronômica em geral, tanto nas cidades que irão sediar os megaeventos esportivos, como aquelas localizadas em cidades de interesse turístico.
    • Demanda especializada: O perfil de consumo caracteriza-dr pela busca de produtos diferenciados, em complemento à motivação regional e à demanda por produtos orgânicos. Além do consumo regional tradicional, há demanda por produtos típicos, que façam parte de uma cadeia produtiva que considere as questões ambientais, sociais e econômicas envolvidas no processo produtivo.
    • Associativismo: Por ser atividade característica da agroindústria de pequeno porte, por vezes, como uma extensão da atividade rural, em especial na fabricação de derivados de cana-de-açúcar, o associativismo apresenta-se como opção estratégica para o empreendedor. Integrando-se a um grupo, será possível atingir melhores resultados, pela potencialização do emprego dos recursos, redução de investimentos e maior acesso ao mercado, podendo, assim, atender às demandas geradas pelos grandes eventos esportivos.
    Produtos e Serviços Demandados:
    • Principais demandas:
    • Outras demandas: Além do incremento no consumo de alimento derivado de cana-de-açúcar, as demandas nos mercados regionais são uma oportunidade que se apresenta como uma significativa possibilidade de comercialização para os produtores. Também é crescente a demanda por turismo vivencial, em que produtores podem incrementar suas finanças com estruturas e estratégias nesse segmento.
    Concorrência:
    • Concentração produtiva: Ainda que a produção de derivados de cana-de-açúcar seja disseminada regionalmente no Brasil, de maneira geral, a concentração dos grandes produtores industriais se dá nas regiões Sudeste, Centro-oeste e Nordeste brasileiras. A sazonalidade da oferta é um dos entraves do segmento, associada à organização incipiente da unidade produtiva.
    Dica do Especialista:
    “Atuar em nichos de mercado, atendendo a segmentos de consumidores que buscam produtos diferenciados, demandando não só por fontes de energia, mas também alimentos ricos em nutrientes, ou ainda atuar no mercado de alimentos orgânicos, constitui-se em opção diferencial interessante para o empresário. Produtos artesanais, em especial adicionados de castanhas e frutas oriundas de espécies nativas brasileiras, também se apresentam como oportunidade de diferenciação e individualização do produto”.
  • 4 - DIVULGAÇÃO
  • 5 - MERCADO
  • 6 - CANAIS DE COMERCIALIZAÇÃO
  • 7 - ESTRUTURA
  • 8 - LOCALIZAÇÃO
  • 9 - EQUIPAMENTOS
  • 10 - TECNOLOGIA
  • 11 - PESSOAL
  • 12 - CUSTOS
  • 13 - CAPITAL DE GIRO
  • 14 - FONTES DE RECURSOS
  • 15 - PLANEJAMENTO FINANCEIRO
  • 16 - DICA DO ESPECIALISTA
  • 17 - LEGISLAÇÃO GERAL E ESPECÍFICA
  • 18 - SOLUÇÕES SEBRAE
  • 19 - FEIRAS E EVENTOS
  • 20 - SITES ÚTEIS
  • 21 - Glossário
  • 22 - Bibliografia Complementar
  • 23 - Anexo - Requisitos de Contratação do Segmento
  • 24 - Expediente

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